sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Concentração

Cada vez que não consigo me concentrar em uma partida, significa que falta uma ou mais das três atitudes. O importante é saber qual delas.
- Monopolizar minha atenção com as pessoas que me rodeiam, o público, o arbitro, os jogadores da quadra ao lado, meus pais, meu treinador, etc.
- Quando meus pensamentos estão vagando por aí, na quadra ao lado, em minha casa, na escola, no trabalho, meu clube, etc.
- Volto mentalmente aos pontos que acabei de perder, me projeto ao futuro, aos jogos seguintes ou se perco não classificarei para os torneios seguintes, etc.

Treinamento

Treine sua mente num único objetivo. Toda sua atenção tem que estar concentrada neste objetivo.

A regra fundamental é: UM ÚNICO OBJETIVO Veja aqui, alguns dos objetivos em que você pode concentrar-se durante o jogo:

Enquanto a bola esta em jogo:
-a bola
-o som da bola quando encontra as cordas
-sua respiração

Entre os pontos:
-as cordas da raquete
-uma palavra ou frase que repito a mim mesmo
-sua respiração

O espaço mental do jogador tem que estar completamente ocupado por este objetivo. Nenhum outro pensamento consciente deve estar presente em sua mente.

EXERCÍCIOS
Cinco exercícios para melhorar a concentração fora da quadra.

Exercício 1: Pegue uma bola de tênis e coloque-a na sua frente. Olhe firmemente e concentre a sua atenção para ela. Deixe que ocupe todo o espaço mental durante o tempo que for possível. Aumente gradualmente o tempo da duração do exercício. (Visual Externo)

Exercício 2: Fecha os olhos e visualize em sua mente a mesma bola. Concentre-se nesta imagem virtual. Aumente progressivamente a duração do exercício (Visual Interno).

Exercício 3: Pegue um metrônomo (instrumento que o ritmo) e coloque-o a trabalhar. Concentre-se sua atenção no ritmo de seu som. Deixa que o ritmo ocupe todo seu espaço visual. Se alguns pensamentos passem por sua mente, deixe-os passar como uma nuvem carregada pelo vento. (Auditivo Externo)

Exercício 4: Escolha uma palavra (ou frase), de preferência que seja positiva. Repita-la. Deixe que ocupe todo seu espaço mental como se estivesse ouvindo um disco uma ou mais vezes. Aumente progressivamente a duração do exercício. (Auditivo Interno)

Exercício 5: Concentre-se na sua respiração. Sinta a entrada e saída do ar de seus pulmões. Deixe sua respiração lhe tranqüilizar. Cada vez que inspire o ar, aumentará o nível de sua concentração. Cada vez que expirar o ar, eliminará os pensamentos que possam interferir nela. Respire usando o nariz e solte-o pela boca. (Auditivo Externo+Cinestésico Interno)

Cinco exercícios para melhorar sua concentração na quadra

Exercício 1: Centre sua atenção na bola que esta em jogo. Deixe que esta bola ocupe a totalidade de seu espaço mental. Deixe passar qualquer pensamento que interfira. Siga concentrando-se na bola e somente nela.(Visual Externo)

Exercício 2: Centre sua atenção no som da bola no seu impacto e no impacto do adversário. Deixe-se levar por este ritmo. (Auditivo Externo)

Exercício 3: Respire pelo nariz quando seu adversário toque na bola. Sulte o ar quando golpea-la. Preste atenção na sua respiração. Deixe sua respiração lhe acalmar. (Cinestésico Interno+Auditivo Externo)

Exercício 4: Enquanto a bola esta em jogo repita mentalmente uma palavra como: “avança, ataca”, ou qualquer outra palavra antes de contatar a bola. Deixe que esta bola ocupe todo o espaço mental. (Auditivo Interno)

Exercício 5: Entre os pontos deixe que uma imagem virtual estática ou dinâmica entre em sua visão mental. Concentre-se nessa imagem. A imagem pode seu um plano tático específico ou uma imagem positiva de si mesmo. Também podes visualizar em sua visão mental uma palavra escrita como: “CALMA, VAMOS, SIGA, A FRENTE”, etc. Para concentrar-se mais facilmente deve-se usar uma palavra curta.

Fonte: ITF - Tradução: Prof. Sergio Alberto Hansen

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Medo e sucesso não combinam

Na matéria, enfoquei o assunto nos jovens, mas pelas mensagens recebidas ficou claro que a problema atinge os amadores, independente de faixa etária. Nesta matéria, uma extensão da anterior, procurarei aprofundar mais o assunto.

Sabidamente o tênis, na sua condição de esporte individual, contrariamente aos coletivos, faz aflorar com mais facilidade nossas emoções, temores e a permanente necessidade que temos de mostrar que nossas qualidades sobrepujam e mesmo anulam nossas deficiências e falhas. Vivemos numa sociedade altamente competitiva, em que, em qualquer segmento, somente o vencedor, o melhor, é valorizado. No esporte isto fica claro. É folclórica a falta de reconhecimento que o brasileiro dá ao vice-campeão, em qualquer esporte, chamando-o jocosamente de “o melhor entre os últimos”.

O tenista amador ao entrar na quadra, seja para um jogo de fim de semana com o amigo, o ranking do clube ou academia ou para um jogo oficial, leva consigo toda esta história, este inconsciente coletivo. A vitória passa a ser uma obsessão, a ser atingida a qualquer preço. Para tanto, limita-se a jogar bolas para o outro lado. Diferentemente dos treinamentos, a técnica, estratégia, ousadia e criatividade ficam de lado e a única preocupação restringe-se ao não errar, mesmo que isso revele um jogo medroso, que na realidade não dá nenhum prazer.

Para que isto não ocorra, é fundamental que o tenista incorpore ao seu jogo um quesito a mais: a humildade. Adotar a atitude inteligente de reconhecer que ganhar ou perder o jogo com o amigo, o desafio no clube ou academia ou o jogo federado não é a coisa mais importante do mundo. Admitir que é um amador, que não precisa provar nada a ninguém e não ter a prepotência de achar que é o centro das atenções e que há uma platéia assistindo-o e julgando-o.

Adotando esta linha de pensamento, treinando a mente como ele treina o forehand e backhand, o tenista entrará na quadra mais relaxado e fará um jogo com mais ousadia e criatividade. Ganhando ou perdendo, ficará mais satisfeito com seu desempenho.

Na criança, na maioria dos casos o medo é resultado das comparações com outras crianças e também da necessidade de “ser o melhor”, de não ficar em desvantagem com os colegas. Lamentavelmente esta pressão, na maioria dos casos, vem dos próprios pais. Conscientemente ou não, “grudam” nos filhos, acompanhando-os tanto em competições como num simples treinamento ou no bate bola com amigos. Manifestam claramente seu desagrado quando a criança erra um fundamento e irritação quando perdem um jogo. O filho treina e joga olhando para os pais e manifesta seus temores ao vê-los gesticulando ou falando. Passam a “empurrar” bolas para o outro lado com receio de errar. O medo já está tomando o lugar da coragem, ousadia e criatividade, características dos vencedores.

Mais uma vez, compete ao professor dar um paradeiro nisto. Evitar que a criança que está a seus cuidados se transforme em um tenista medroso. O primeiro passo é conscientizar os pais, de uma forma profissional, que o excessivo acompanhamento, a cobrança velada, está sufocando a criança, tornando-a medrosa. Enfatizar que apoio, incentivo, é diferente de pressão. E nos treinamentos, incentivar e premiar a ousadia, a coragem, deixando sempre claro que o “ganhar” no treino não representa nada!Mostrar que os grandes campeões chegaram ao topo com muito treinamento, dedicação e, principalmente, coragem. Que o medo e o sucesso não combinam. Como sempre dizia meu pai, quando notava que eu estava “segurando” o braço: “O medo do erro... leva ao erro!”

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Vá à rede volear

Uma grande qualidade que todo grande jogador de duplas tem, é a habilidade de saber quando ser agressivo e quando jogar com segurança quando está perto da rede.

Um bom jogador de duplas, perceberá a quando dar uma bola alta que flutuará até a quadra aberta ou saberá tirar o peso da bola para que ela caia no pé de seu adversário.

Um bom jogador de duplas também saberá que às vezes quando a bola está baixa, ele deverá colocar uma bola alta de volta à linha de fundo da quadra do oponente.

Muitos jogadores de nível intermediário tem apenas uma dimensão com o seu jogo de rede.

Ou eles são muito agressivos batendo forte todos os voleios, ou eles são muito defensivos, quando ficam apenas bloqueando a bola do adversário.

Lembre-se, um bom jogador de rede, sabe variar os dois tipos de bolas e com isso executar diferentes tipos de jogadas.

Eu recomendo que na hora do treino de voleio, o jogador deverá executar os dois tipos de bolas, a agressiva e a defensiva, e de preferência, treinar as duas bolas juntas intercalando-as.

Para que o treino seja mais proveitoso ainda, treinar voleios com bolas baixas, porque ajudam a aperfeiçoar o golpe.

Faça você mesmo uma área designada para acertar o seu voleio, para que o segundo kique da bola no chão seja fora da quadra de simples.

Quando o voleio for lento e baixo, abaixe os seus joelhos e abra a cara da raquete com o intuito de que a bola suba e caia na mesma área que você designou.

Uma vez que você praticou isso suficiente, você estará pronto para aplicar automaticamente essas dicas em jogos de duplas e até mesmo para jogos de simples.

Tente essas dicas no treino e lembre-se:
Não espere a bola chegar até você para volear, vá de encontro a bola.

Seguindo essas dicas, você fará que seu voleio passe a ser um dos seus golpes favoritos e algo que te dê segurança para as horas que estiver jogando mal no fundo.

Deixada: uma arma para ser usada

O dropshot pode ser tão eficaz quando um bom saque ou um bom forehand. Como, quando e por que utilizá-lo é o que você deve entender
Um bom Saque ou um bom forehand são grandes armas no tênis que nos chamam a atenção. assim como estes dois golpes, uma deixada (dropshot) bem executada também pode ser um golpe tão efetivo quanto o saque devastador de andy roddick ou o potente forehand de fernando Gonzalez.

Vamos entender melhor a deixada e perceber "Como?" (técnica), "quando?" e "Por quê?" (tática) executá-la.

"COMO?" (TÉCNICA)

1. empunhadura

Em termos técnicos, a deixada é um golpe bastante simples. a empunhadura mais adequada é a Continental, embora alguns jogadores utilizem a empunhadura eastern. Com a Continental o jogador terá maior facilidade de controlar a bola, para dar o slice (o corte) necessário para que a bola não suba ao quicar na quadra adversária. Muitos jogadores juvenis têm dificuldade de usar a deixada porque não estão habituados com a empunhadura Continental. Com isso, ficam limitados aos golpes de fundo.

2. Mecânica

A mecânica da deixada é bastante parecida com a mecânica do slice de fundo e do voleio. nestes golpes a trajetória da raquete é de cima para baixo, a fim de gerar o slice. a diferença do dropshot é no ponto de contato e na velocidade do golpe. na deixada, o toque na bola deve ser efetuado mais na parte de baixo da bola, enquanto, no slice de fundo e voleio, deve ser também em baixo, porém mais atrás da bola.

4. Direção

Em simples, execute a deixada preferencialmente na paralela e, em duplas, na cruzada. no caso de simples, isso se deve principalmente ao fato de que a distância percorrida pela bola no golpe paralelo é menor que no golpe cruzado, dando assim menos tempo ao adversário para chegar na bola.

5. Controle

Para executar uma boa deixada é necessário controle (toque de bola). Para aprimorar seu "toque", treine com a empunhadura Continental no quadrado do saque ou perto da parede, sempre buscando sentir bem a bola, ou seja, controlá-la em sua direção, altura e força.

Quando e Por quê? (TÁTICA)

Um dos segredos de uma boa deixada é escolher a hora certa para executá-la. isso está relacionado há dois aspectos principais:


1) a posição do seu adversário

2) a sua posição na quadra

Quanto mais atrás da linha de base o seu adversário estiver e quanto mais dentro da sua quadra você estiver, melhor é momento para a execução da deixada. uma boa combinação entre estes dois aspectos vai levá-lo a escolher o momento ideal para dar um drop.

É importante você entender que nem sempre a deixada precisa ser um winner. Você poderá utilizá-la como parte de sua estratégia de jogo. Lembre-se que se sua deixada ficar na rede, o ponto já acabou e você não terá mais chances no ponto. Portanto, concentre-se em evitar erros na rede. Se o adversário chegar na bola, prepare-se para defender ou contra-atacar e jogue o ponto. Veja exemplos em que você poderá usar a deixada como uma boa tática: jogadores que são lentos para correr para frente, ou que não jogam bem na rede, ou que não têm um bom condicionamento físico, ou para quebrar o ritmo das trocas de bolas. Mesmo que seu adversário chegue na bola, você poderá ganhar o ponto se: ele errar a bola de chegada na deixada, ou com uma passada, um lob, ou um erro de voleio do seu oponente.

Se você ainda não está habituado a usar a deixada no seu jogo, não perca mais tempo. Pratique nos seus treinamentos e, quando já estiver confiante, aplique. Você se surpreenderá com o resultado. Boa sorte!

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Slice de Backhand


Se você assitiu Wimbledon, provavelmente você viu os maravilhosos "slices" de backhand, que a maioria dos profissionais bateram.


Você vê que isso ocorre geralmente mais nas quadras de gramas do que em quadras de outras superfícies porque a bola vem tão baixa e rápida que isso faz com que dificulte para jogadores que venham a utilizar o top spin.


Nós todos aprendemos uma lição assistindo os profissionais jogando em Wimbledon nesse ano.O slice pode ser um grande golpe para se adicionar no arsenal de todos os seus golpes.Não apenas para mandar uma bola baixa para atacar o seu oponente, mas é um grande golpe para se utilizar quando a bola está baixa para você também.


Note o excelente trabalho de pés e joelhos flexionados dos profissionais.Mesmo com suas extraordinárias abilidades de fazer grandes golpes, eles ainda acham neles mesmos, a posição melhor para encaixar uma bola mais eficiente para o slice de esquerda.No Slice de backhand, eu sugiro bater na bola com apenas uma mão, (mesmo que seu backhand de top spin seja com as duas).


Você irá usar a mão não-dominante para apoiar a cabeça da raquete e também tenha a certeza que você está usando o grip continental para facilitar o slice.Encurte o balanço do golpe e raspe a bola de cima para baixo lentamente, imitando um movimento de corte.


Você deve sentir como se estivesse batendo do lado de cima e esquerdo da bola. Esse sentimento vem com algum tempo de prática.


Inicialmente você baterá algumas bolas diretamente para baixo, mas com os treinamentos conseguirá fazer com que a bola *"flutue" mais e com isso conseguirá a compensação.


Esse golpe depende muito de um bom ângulo que você deixar a cabeça da raquete, pois desse modo conseguirá deixar a bola mais baixa.


Conforme você vai melhorando, terá que tomar cuidado para não deitar a cabeça da raquete demais, senão a bola vai pegar na borda da raquete e o golpe não sairá perfeito.Mantenha a cabeça da raquete apenas ligeiramente aberta.


O balanço do corpo deverá ser parecido com um escorregador, onde crianças brincam nos playgrounds. A raquete começará alta atrás do corpo, mas não faça um movimento muito brusco direto para baixo e sim para frente.


O contato com a bola deverá ser na frente do corpo, a terminação deverá ser indo com a raquete em direção ao alvo que você quer acertar. Steffi Graf é uma jogadora que tem um dos melhores backhands de slice do planeta e ela usa como um golpe ofensivo.


Lembre-se de manter os joelhos flexionados, pois assim conseguirá maior equilíbrio e coordenação durante o movimento. Você descobrirá que pode manter a bola mais mais baixa com uma simples inclinação da cabeça da raquete. Observe os profissionais e tente fazer você mesmo.


Com um pouco de prática você adicionará um novo golpe que será útil para quando você for jogar em wimbledon nos próximos anos.


Como conseguir golpes mais potentes

São os vários fatores que definem a potência e controle de bola em um jogo de tênis.Analisando a raquete e a corda enumeramos algumas dicas para você poder dirigir a conduta que mais você poderá tirar proveito de acordo com seu estilo.

Fatores geradores de potência na bola

Maior dureza do aro
Oversize
Perfil largo
Raquetes longas
Com menos cordas
Com cordas finas
Com cordas pouco esticadas
Equilíbrio de intermediário para a cabeça do aro

Fatores geradores de precisão na bola

Midsize
Perfil fino de aro
Comprimento normal ( 27")
Com mais cordas
Com cordas grossas
Com cordas muito esticadas.
Equilíbrio de intermediário para o cabo do aro

Como vêem, potência e controle tem características opostas, portanto não se pode ter uma raquete que dê grande potência na bola e lhe dê precisão também e vice-versa.

IMPORTANTE : Para jogadores principiantes recomenda-se raquetes que dêem mais potência, pois poupará o braço em formação muscular, mesmo que seja adulto.
Para jogadores avançados, indica-se raquetes que dêem precisão, pois a velocidade o próprio jogador fará com um swing largo.
Para os jogadores intermediários, recomenda-se uma análise de seu estilo de jogo, para poder se definir o que será de melhor proveito.
Ainda para o intermediário é comum se usar recursos misturados da tabela acima.
Por exemplo: Se quando principiante você usava uma raquete que soltava muito a bola, quando intermediário e com a mesma raquete você pode aumentar a pressão de suas cordas (trocando o encordoamento), que certamente a velocidade de bola diminuirá, aumentando sua precisão na batida.

O Positivo e o Negativo no tênis

Esse esporte chamado tênis, deve ser jogado por todas as pessoas e deve ser feito dele um paralelo com a sua vida e não encará-lo apenas como um jogo.

O tênis ensina muitas coisas, que podem ser positivamente transformadas em produtivas e outras que, negativamente, sendo mal assimiladas poderão atrapalhar o desenvolvimento da pessoa. Para que vocês entendam, eu vou aqui citar alguns exemplos de como o esporte pode influenciar na personalidade de uma pessoa.

Aspectos Positivos:
1- Se você leva o tênis a sério e compete em torneios, a sua concentração melhorará, não só para o esporte, mas para todas as outras atividades da sua vida.
2- O tênis ajuda a fazer um ciclo de amizades, o que nós somos nessa vida sem um relacionamento?
3- O tênis ensina a respeitar o seu adversário, você aprende que melhorar o seu jogo é muito mais importante do que ter que prejudicar alguem para ganhar.
4- O tênis ensina a você ter disciplina, porque sem o seu treino regular, você não chega a lugar nenhum.
5- o tênis ensina a jogar sobre pressão e é importante você se acostumar com essa pressão, porque na nossa vida em diversos momentos nos ficamos pressionados para tomar alguma decisão.
6- o tênis fornece para o tenista, muita autoconfiança, coisa que o ajudará muito em sua vida.



Aspectos Negativos:
1- Muita gente não se concentra como se deve, o simples fato de errar uma bola, não justifica dar gritos pro alto, jogar a raquete no chão, fazer gestos obcenos e até em casos extremos, xingar o adversário. O que você aprende com isso?O que você pode acrescentar com isso para a sua vida?
2- Se você precisou brigar com algum adversário para ganhar o jogo, você perdeu a oportunidade de ganhar um amigo e se parar para pensar, vale a pena?
3- Apenas por um jogo, você perder a oportunidade de que ele pudesse vir a ser o seu melhor amigo futuramente? Eu sei que estou exagerando um pouco aqui, mas e se algum dia você enfrentá-lo de novo?que desagradável, não?
4- Se você não tiver o seu horário de treino, você poderá melhorar o seu jogo, mas não terá o mesmo rendimento.Aqui eu não comento só o horário como parte da disciplina, podemos incluir, o alongamento "sempre" antes e depois dos jogos. Se você não tiver essa disciplina apenas para jogar tênis, imagina o que aconteceria no seu cotidiano?
5- Quem não sabe lidar com a pressão, não se dá bem no tênis, por isso que muitos juvenis param de jogar, isso é comparado a desistir de algo que faria com que a pessoa crescesse por dentro e muitos preferem não enfrentar, porque desistir é o caminho mais fácil, mas nem sempre o mais fácil é o certo.Como se comportará uma pessoa que não aguenta uma pressão?
6- Muitos juvenis que se sentem com autoconfiança e acham que podem ganhar de todo mundo, perdem o respeito pelo próximo e isso é muito ruim, porque eles acabam perdendo um apoio que poderia ser um fator fundamental para o seu desenvolvimento.


Perceberam quantas coisas o tênis ensina? E posso garantir que essa lista se estende, e muito.Essas coisas devem ser percebidas pelos técnicos e pelos pais, mas tem muito garoto por aí que não houve nem um nem o outro, aí fica difícil, esses não chegam a lugar nenhum.